domingo, 10 de junho de 2012

Itabaiana empata em jogo amistoso e árbitro rouba a cena.

foto: João Áquila - http://globoesporte.globo.com/se/

O Itabaiana realizou ontem no estádio Pres. Médici, jogo amistoso preparativo para a disputa do campeonato brasileiro da série "D". O adversário foi o E.C. Bahia (cat. sub-23). A partida acabou empatada em 1x1, com o zagueiro Duílio marcando o gol tricolor da serra e Nadson de pênalti, para o Bahia.
O presença da torcida do Itabaiana foi decepcionante, principalmente por ter sido o reencontro com os jogadores que foram recentemente campeões e pela oportunidade de observar as novas contratações. 

A arbitragem esteve a cargo dos senhores Wendell Oliveira, auxiliado por Ivanei Alves Lima e Erick Nunes. Os dois assistentes tiveram uma atuação discreta e segura, coisa que não aconteceu com o senhor Wendell Oliveira. Além de muito fraco técnica e disciplinarmente, o árbitro exagerou no exibicionismo e na falta de humildade. A começar pelo atraso da partida, que foi de cerca de trinta minutos, alegando falta de segurança por não haver policiamento no estádio. Tudo bem que a regra pede que haja policiamento, mas, por quantas vezes nós já presenciamos em jogos oficiais, na 2ª divisão do ano passado, jogos serem iniciados sem os tais policiais? Onde está o bom senso e a capacidade de contornar adversidades? Se ele, o árbitro, não foi capaz de se garantir sem a presença do policiamento, ficou evidente a sua insegurança em dirigir uma simplória partida amistosa. Além do mais, decorridos os trinta e poucos minutos, chegaram ao estádio dois, isso mesmo, apenas dois policiais. E aí eu pergunto: Será que apenas dois policiais podem garantir integridade física e moral de atletas, árbitros, comissão técnica, torcedores e vendedores ambulantes? Com a resposta o senhor Wendell Oliveira.

As duas equipes deixaram o campo de jogo indignados com a péssima participação deste árbitro que, pasmem, foi a grande revelação da arbitragem sergipana em 2012. Nada contra o cidadão Wendell Oliveira, mas se ele não foi capaz de conduzir uma partida amistosa entre uma equipe profissional e uma de base com firmeza e tranquilidade, o que dirá entre equipes profissionais em competições oficiais. Elegê-lo como a "grande revelação" da arbitragem sergipana é no mínimo, desrespeitar os seus companheiros de apito e assinar o atestado que os outros são incapazes de permanecer na profissão.

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