sexta-feira, 24 de maio de 2013

Como se proteger de jogador mercenário?



Em meio a tantos problemas enfrentados por diretorias de futebol na hora de rescindir um contrato de jogador, eu estive pensando aqui. O jogador de futebol é um trabalhador como outro qualquer; na teoria sim, mas na prática não é o que acontece, senão vejamos: 
- O jogador de futebol é único trabalhador que se permite errar quantas vezes for e não acontece nada;
- Além do salário, recebe assistência médica/odontológica; medicamentos, alimentação, moradia, transporte e ainda tem a vida facilitada com as mulheres pelo simples fato de ser jogador de futebol, craque ou veneno, simpático ou desprovido de beleza física.

Mas o pior mesmo é ter que aguentar jogador que vive peregrinando de time em time. Jogador que chega a fazer três ou quatro contratos por ano em equipes diferentes. Vai ali, dar uma "roubadinha" , recebe seus pagamentos, não joga nada, não ajuda a equipe em nada e quando vai embora, tem a cara de pau de pleitear mais dinheiro na justiça do trabalho.
E aí fica a pergunta: Como as equipes sérias, que honram com seus compromissos, podem se proteger de jogadores mercenários?? Será que ainda veremos o dia em que o jogador terá que ressarcir o clube por não  desempenhar seu trabalho a contento??

Enquanto esse dia não chega, os clubes, os mais diversos possíveis, espalhados por este país com dimensões continentais, estarão sujeitos todos os dias à jogadores em fim de carreira, que, além de afundar a equipe, cinicamente, ainda procura a justiça do trabalho para extorquir o clube.

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