domingo, 24 de janeiro de 2016


Imprensa marrom, ou seria sem cor?






Vem por aí mais um campeonato sergipano. Ansiedade, expectativa, especulação e outras coisa mais, povoam as cabeças de todos; cartolas, torcedores e radialistas esportivos, com habilitação ou não. Pense como é bom nessa hora ser ou estar cronista esportivo. Tenho a prerrogativa de trafegar livremente entre o certo e o incerto; faço ressalvas se esse ou aquele membro do time irá dar certo; se der, eu digo, tá vendo, eu sempre acreditei nele e se não der, eu disparo, bem que eu avisei. E o melhor vem agora, uso de forma deliberada e algumas vezes irresponsável, o microfone de uma determinada emissora, num determinado programa dito esportivo e, profiro lá se sabe a serviço de quem, asneiras e mais asneiras; tento passar ao meu ouvinte que estou deveras preocupado com o bom andamento do time da minha cidade, mas, o que me importa mesmo é semear a desconfiança, a intriga, colocar dúvida e posar de "sabe tudo", paladino da ideia brilhante, conselheiro infalível.


Ah! Como é bom ser homem de imprensa, mesmo marrom, ou será sem cor?


domingo, 24 de janeiro de 2016.


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