terça-feira, 25 de junho de 2019

Solução dentro de casa.




Há muito tempo que se questionava o porquê de não efetivar o técnico Ferreira como comandante tricolor.

Apesar de ter assumido interinamente com sucesso, por inúmeras vezes, Ferreira sempre manteve a serenidade e a confiança no seu potencial.

Após o campeonato sergipano, onde a diretoria bancou com arrogância e soberba a permanência de um técnico ultrapassado e extremamente narcisista, não houve outra alternativa senão efetivar o até então auxiliar, como técnico para a disputa do brasileiro da série D.

O projeto da diretoria era manter por todo o mandato o ex técnico, entretanto, devido a baixa qualidade técnica do seu trabalho e a crise de relacionamento com jogadores, funcionários e torcedores, o presidente Alberto Nogueira se viu obrigado a demití-lo.

Eis que o técnico Ferreira aceita o desafio de comandar a equipe do Itabaiana no brasileiro da série D.

Sem tempo para planejar a competição, Ferreira, com o auxílio de alguns amigos técnicos, como Jaelson Marcelino e Helenilson Santos, foi buscar no vizinho estado de Alagoas, a maioria dos jogadores.

Com apenas nove dias para preparar e encontrar uma formação ideal, Ferreira, com humildade, competência e muito trabalho, iniciava sua caminhada na equilibrada série D.

O Itabaiana classificou-se em primeiro lugar na fase de grupos e, deixou para trás o ASA/Al no primeiro mata-mata.

O time do técnico Ferreira está a 360 minutos do acesso à série C de 2020.

O próximo adversário é o Flu de Feira.

Embora sem condições ideais de trabalho,  o comandante Ferreira e seus comandados, tem se superado jogo a jogo.



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