sábado, 4 de julho de 2020

Primeiros levantamentos atestam estado caótico no Tricolor.



Na última segunda-feira, o presidente afastado Alberto Nogueira, em reunião com o presidente interino Wilson Mendonça e o Conselheiro Alisson, entregou parte da documentação do clube, que deverá passar por uma minuciosa apreciação, e, a julgar pelo que foi encontrado até agora, a situação da Associação Olímpica de Itabaiana requer muita atenção e zelo, atitudes que foram deixadas de lado nos últimos quinze meses da gestão do presidente afastado.

Em relação à prestação de contas, o presidente em exercício atendeu ao pedido de Alberto Nogueira e concedeu mais dez dias para que esta seja apresentada na íntegra.

Com atrasos salariais chegando a três meses, dívidas com fornecedores e outras pendências, o presidente Wilson Mendonça e sua equipe tem envidado esforços para arregimentar recursos financeiros que possam garantir a continuidade da equipe na fase final do Sergipão 2020.

Sobre a participação do Tricolor da Serra no restante do campeonato sergipano e também no brasileiro da série D, o Galego tem sido repetitivo ao afirmar que só irá se manifestar oficialmente sobre o assunto, quando estiver em mãos com toda a documentação do clube, inclusive a prestação de contas.

Se não bastassem o dano financeiro e moral causados pelo gestor afastado, o  Itabaiana ainda tem que conviver com essa incerteza no tocante à participação em competições vindouras.

O Itabaiana tem hoje cerca de quarenta e cinco funcionários registrados, desses, aproximadamente trinta são atletas com contrato vigente. Por aí se tem uma ideia da irresponsabilidade administrativa que culminou com o afastamento compulsório do presidente e, com a vergonha de ter o nome do glorioso Tricolor, ora maculado em todo o país.

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